View de banco
O WMS lê views publicadas pelo próprio ERP. Nada é gravado do lado de lá, e o time do ERP mantém controle sobre o que é exposto.
O que existe embaixo do WMS: onde ele roda, como conversa com o seu ERP, como o acesso é isolado entre unidades e como a etiqueta sai no armazém sem abrir a sua rede.
Não existe servidor dentro do armazém para alguém manter, refrigerar e restaurar depois de uma queda de energia. Atualização, backup e disponibilidade são responsabilidade nossa — a sua equipe cuida da operação, não do datacenter.
A integração não é um projeto à parte contratado por fora: a interface é configurada e monitorada dentro do próprio WMS, com acompanhamento das execuções. O caminho escolhido depende do que o seu ERP permite — não do que é mais fácil para nós.
O WMS lê views publicadas pelo próprio ERP. Nada é gravado do lado de lá, e o time do ERP mantém controle sobre o que é exposto.
Troca direta entre as bases, com agendamento e acompanhamento de jobs dentro do WMS. É o caminho mais rápido quando a infraestrutura é da mesma casa.
Integração por API, com a interface configurada e monitorada na própria tela de Interface ERP — sem projeto separado a cada cliente.
Companhia, planta e depósito são encadeados desde o login. Esconder o item de menu não é o controle: cada folha do menu vira rota com o mesmo identificador de permissão que o endpoint verifica.
Um agente instalado no PC da área chama a API, pega a fila e confirma o que saiu. A API nunca precisa alcançar a rede do armazém — o que dispensa VPN e a conversa com a TI do cliente sobre abrir porta.
O sistema web e o aplicativo de coletor compartilham domínio e regras. O que muda de comportamento muda uma vez, não duas — e a tela do coletor é desenhada para quem opera de luva.
Marque uma conversa técnica: mostramos a arquitetura, o modelo de integração e como o acesso é isolado entre unidades.