Só os produtos que você controla
Um parâmetro define quais produtos entram na logística reversa e qual é o endereço de entrada e saída deles. O operador não escolhe de uma lista inteira: vê apenas o que é retornável.
Vale-pallet do recebimento à devolução, com saldo devedor dos dois lados.
Ativo retornável some devagar. O pallet entra com a carga do fornecedor e sai com a entrega do cliente sem que nada registre quem ficou devendo o quê. Sem vale-pallet e sem saldo por parceiro, a perda só aparece na hora de repor — e já virou custo consolidado.
A logística reversa entra nos processos que já existem, em vez de virar um controle paralelo. Ao finalizar um recebimento, o sistema pergunta se veio retornável junto. Se não veio, a carga fecha como sempre fechou. Se veio, ele lista apenas os produtos marcados como retornáveis no parâmetro e pede a quantidade.
A partir daí tudo acontece sozinho: o estoque entra no endereço de picking definido para retornáveis, o fornecedor da carga fica com uma conta contábil devedora, e o vale-pallet é gerado em duas vias — uma fica no CD, a outra vai com o motorista, para sustentar o agendamento da retirada.
Na saída o caminho é espelhado. Ao finalizar a expedição, o sistema pergunta se está indo retornável. Se estiver, valida se há saldo em estoque antes de confirmar, dá a baixa e lança o saldo devedor no destinatário.
Fechar os dois ciclos — devolver ao fornecedor e receber de volta do cliente — tem tela na web e no coletor, porque a baixa acontece na doca, não na mesa.
Um parâmetro define quais produtos entram na logística reversa e qual é o endereço de entrada e saída deles. O operador não escolhe de uma lista inteira: vê apenas o que é retornável.
A sequência concatena companhia, planta, ano, dia, mês e número corrente — o número diz de onde veio sem precisar consultar nada. Tem status próprio, emissão manual quando necessário e motivo obrigatório no cancelamento.
O vale sai em duas vias: uma fica com o CD e outra com o motorista. É o que sustenta o agendamento da retirada depois, sem depender de combinado verbal.
Retornável que entra gera saldo devedor no fornecedor da carga; retornável que sai gera saldo devedor no destinatário. A cobrança deixa de depender de alguém lembrar.
A entrada cai no endereço de picking parametrizado sem lançamento manual, e a saída só confirma depois de validar que existe saldo. O ativo retornável passa a viver no mesmo estoque do resto.
Devolver ao fornecedor e receber de volta do cliente têm tela nos dois lugares — quem dá baixa está na doca com o coletor na mão, não no escritório.
O retornável percorre dois ciclos — o do fornecedor e o do cliente — e cada um fecha com uma baixa. Ao lado, o que parametriza e o que controla os vales.
A pergunta nasce no fim do recebimento; o resto acontece sozinho.
O que é retornável e onde ele mora dentro do armazém.
Onde os vales são acompanhados, emitidos e cancelados.
Auditoria de carga para produtos de peso variável: romaneio, peso bruto, tara e líquido conferidos item a item no coletor.
Controle de tanque próprio com entrada de combustível, abastecimento por veículo e consumo acompanhado no coletor.
Rastreio das trocas de bateria da frota de empilhadeiras, com nível, tipo de equipamento e histórico por máquina.
Conte em que ponto o controle está escapando — recebimento, inventário, pátio ou frota — e mostramos como a Yanel resolve isso na prática.